Ponto de Fuga – 2012/2011/2010

2010 – dirigido por Rodrigo Nogueira| RJ

Ponto de Fuga conta a história de uma mulher que tem uma identificação tão forte com um personagem de uma peça de teatro que os sentimentos que ela tem na vida não são mais suficientes. Ela então vai tentando viver como o personagem da peça em questão para ter algum tipo de contato com o mundo real.

Paralelamente acompanhamos a história de um músico que perdeu a capacidade de ouvir música. Esta história, sugere-se, é a peça que a mulher assistiu. Portanto, o músico seria um personagem. Um personagem que precisa dormir para compor, já que ele só ouve música nos sonhos.

Ao decorrer da peça, Ponto de Fuga, faz uma pesquisa sobre a dicotomia entre o som e o sentir (sentir é “ouvir” em algumas línguas) através do texto falado: a repetição das mesmas falas em volumes, ritmos e modulações diferentes muda o significado. E também investiga a perspectiva espacial através da divisão do palco e a realocação de peças do cenário: a mudança de “frentes” e a repetição de gestos em personagens diferentes vai conferindo novos contornos à cena.

Texto e direção: Rodrigo Nogueira

Cenário: Natália Lanna

Luz: Paulo Cesar Medeiros

Atores: Aline Fanjú, Cristina Flores, Liliane Rovaris, Lucas Gouvêa, Luisa Friese, Michel Blois.

Fotos: Paula Kossatz

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Ponto de Fuga – 2012/2011/2010

2010 – dirigido por Rodrigo Nogueira| RJ

Ponto de Fuga conta a história de uma mulher que tem uma identificação tão forte com um personagem de uma peça de teatro que os sentimentos que ela tem na vida não são mais suficientes. Ela então vai tentando viver como o personagem da peça em questão para ter algum tipo de contato com o mundo real.

Paralelamente acompanhamos a história de um músico que perdeu a capacidade de ouvir música. Esta história, sugere-se, é a peça que a mulher assistiu. Portanto, o músico seria um personagem. Um personagem que precisa dormir para compor, já que ele só ouve música nos sonhos.

Ao decorrer da peça, Ponto de Fuga, faz uma pesquisa sobre a dicotomia entre o som e o sentir (sentir é “ouvir” em algumas línguas) através do texto falado: a repetição das mesmas falas em volumes, ritmos e modulações diferentes muda o significado. E também investiga a perspectiva espacial através da divisão do palco e a realocação de peças do cenário: a mudança de “frentes” e a repetição de gestos em personagens diferentes vai conferindo novos contornos à cena.

Texto e direção: Rodrigo Nogueira

Cenário: Natália Lanna

Luz: Paulo Cesar Medeiros

Atores: Aline Fanjú, Cristina Flores, Liliane Rovaris, Lucas Gouvêa, Luisa Friese, Michel Blois.

Fotos: Paula Kossatz

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