Azul Metálico – 2009

2009 – dirigido por Marcelo Morato| RJ

Andrei Tarkovski é ponto de partida para Azul Metálico

Com dramaturgia inédita, a peça Azul Metálico, dirigida por Marcelo Mello, é inspirada na obra e no pensamento de Andrei Tarkovski, um dos mais inovadores e importantes cineastas russos do século XX, principalmente no filme Stalker.

A ação de Stalker se passa num período pós-guerra, sob o fantasma do fim das esperanças. Os personagens fazem um perigoso percurso por um estranho território chamado “a Zona”, um local de acesso proibido ao qual só se chega de forma clandestina conduzido por um guia. O destino desse percurso é uma sala na qual, segundo dizem, o desejo mais íntimo de qualquer pessoa será realizado.

Em Azul Metálico, a zona é representada por um parque de diversão desativado, local que antes se prestava a distrações, sensações intensas e efêmeras, e que agora está impregnado por fantasmagorias. Ali surge a lenda de um brinquedo, o Azul Metálico, realizador do desejo mais sincero e sofrido, procurado talvez para se encontrar o desconhecido, para que seus visitantes ainda fiquem surpresos e atônitos diante dele.

O parque de diversões de Azul Metálico é o território do reencontro, tanto consigo mesmo quanto com o outro. Estando desativado, o parque representa um local onde podemos revisitar nossos fantasmas e nossas memórias coletivas; é também uma lembrança do primeiro caminho, uma necessidade de lidar com o mais íntimo e profundo querer, com suas efervescências múltiplas.

Inspirado na obra de Andrei Tarkovski

Texto e direção: Marcelo Morato

Cenário: Anderson Dias

Luz: Renato Machado

Trilha Sonora: Ricardo Cutz

Atores: Alexandre Braga, José de Brito, Liliane Rovaris, Luisa Friese, Marcos Nauer, Regina Melo

Fotos: Maurício Shirakawa

Este slideshow necessita de JavaScript.

Azul Metálico – 2009

2009 – dirigido por Marcelo Morato| RJ

Andrei Tarkovski é ponto de partida para Azul Metálico

Com dramaturgia inédita, a peça Azul Metálico, dirigida por Marcelo Mello, é inspirada na obra e no pensamento de Andrei Tarkovski, um dos mais inovadores e importantes cineastas russos do século XX, principalmente no filme Stalker.

A ação de Stalker se passa num período pós-guerra, sob o fantasma do fim das esperanças. Os personagens fazem um perigoso percurso por um estranho território chamado “a Zona”, um local de acesso proibido ao qual só se chega de forma clandestina conduzido por um guia. O destino desse percurso é uma sala na qual, segundo dizem, o desejo mais íntimo de qualquer pessoa será realizado.

Em Azul Metálico, a zona é representada por um parque de diversão desativado, local que antes se prestava a distrações, sensações intensas e efêmeras, e que agora está impregnado por fantasmagorias. Ali surge a lenda de um brinquedo, o Azul Metálico, realizador do desejo mais sincero e sofrido, procurado talvez para se encontrar o desconhecido, para que seus visitantes ainda fiquem surpresos e atônitos diante dele.

O parque de diversões de Azul Metálico é o território do reencontro, tanto consigo mesmo quanto com o outro. Estando desativado, o parque representa um local onde podemos revisitar nossos fantasmas e nossas memórias coletivas; é também uma lembrança do primeiro caminho, uma necessidade de lidar com o mais íntimo e profundo querer, com suas efervescências múltiplas.

Inspirado na obra de Andrei Tarkovski

Texto e direção: Marcelo Morato

Cenário: Anderson Dias

Luz: Renato Machado

Trilha Sonora: Ricardo Cutz

Atores: Alexandre Braga, José de Brito, Liliane Rovaris, Luisa Friese, Marcos Nauer, Regina Melo

Fotos: Maurício Shirakawa

Este slideshow necessita de JavaScript.

×
×