A gaivota (alguns rascunhos) – 2008

2008 – direção Haroldo Rego | SP | SC | RJ

Escrita por Anton Tchekhov em 1895, A gaivota apresenta um jovem dramaturgo que está prestes a estrear seu primeiro texto em um palco montado na propriedade da família.

O metateatro não é aqui evento pitoresco, mas sim foco temático e elemento desencadeador dos conflitos centrais. E uma estreia malsucedida revela um dos principais conflitos da peça: o choque entre gerações estéticas.

Em tempos de pré-vanguardas estéticas, Tchekhov alude, em seu texto, ao embate entre simbolistas, naturalistas e realistas. Porém, para além de uma discussão sobre escolhas estéticas, A gaivota aponta para a questão da função dessa arte e da posição do artista diante do seu trabalho.

Montada sob a direção de Haroldo Rego, A Gaivota (alguns rascunhos) (2006) é produto de uma reflexão sobre o teatro e a vida sob a perspectiva das inquietações contemporâneas do teatro e da arte.

Em sua encenação, O Piollin Grupo de Teatro oferece um questionamento sobre a viabilidade e o significado da representação nos dias de hoje. O tema preponderante aqui é a possibilidade mesmo de representação da realidade por meio do teatro. A discussão desloca-se do ‘como’ para o ‘ainda é possível?’.

São sempre tantas as questões… Aproximação e afastamento, universal e particular, perspectiva do tempo. O nosso tempo: a cena mais como um reflexo do nosso olhar do que a concretização de um texto.

Texto: Anton Tchekhov

Direção, adaptação e cenário: Haroldo Rego

Atores:  Ana Luiza Camino/Luisa Friese, Buda Lira, Everaldo Pontes, Nanego Lira e Thardelly Lima

Personagem: Nina

 

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A gaivota (alguns rascunhos) – 2008

2008 – direção Haroldo Rego | SP | SC | RJ

Escrita por Anton Tchekhov em 1895, A gaivota apresenta um jovem dramaturgo que está prestes a estrear seu primeiro texto em um palco montado na propriedade da família.

O metateatro não é aqui evento pitoresco, mas sim foco temático e elemento desencadeador dos conflitos centrais. E uma estreia malsucedida revela um dos principais conflitos da peça: o choque entre gerações estéticas.

Em tempos de pré-vanguardas estéticas, Tchekhov alude, em seu texto, ao embate entre simbolistas, naturalistas e realistas. Porém, para além de uma discussão sobre escolhas estéticas, A gaivota aponta para a questão da função dessa arte e da posição do artista diante do seu trabalho.

Montada sob a direção de Haroldo Rego, A Gaivota (alguns rascunhos) (2006) é produto de uma reflexão sobre o teatro e a vida sob a perspectiva das inquietações contemporâneas do teatro e da arte.

Em sua encenação, O Piollin Grupo de Teatro oferece um questionamento sobre a viabilidade e o significado da representação nos dias de hoje. O tema preponderante aqui é a possibilidade mesmo de representação da realidade por meio do teatro. A discussão desloca-se do ‘como’ para o ‘ainda é possível?’.

São sempre tantas as questões… Aproximação e afastamento, universal e particular, perspectiva do tempo. O nosso tempo: a cena mais como um reflexo do nosso olhar do que a concretização de um texto.

Texto: Anton Tchekhov

Direção, adaptação e cenário: Haroldo Rego

Atores:  Ana Luiza Camino/Luisa Friese, Buda Lira, Everaldo Pontes, Nanego Lira e Thardelly Lima

Personagem: Nina

 

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